Médicos não garantem volta de Ganso em eventual final

A volta de Paulo Henrique Ganso ainda é uma incógnita. Os integrantes do Departamento Médico do Santos não se arriscam a garantir a sua presença nem mesmo no segundo jogo da decisão da Copa Libertadores, caso o time se classifique para as finais, nesta quarta-feira, contra o Cerro Porteño, no Paraguai. Mas, como haverá um intervalo de duas semanas entre o segundo jogo das semifinais e o primeiro das finais, aumentam as chances de Ganso participar da eventual finalíssima, no dia 22.

SANCHES FILHO, Agência Estado

31 de maio de 2011 | 19h47

"O tempo estipulado inicialmente para a recuperação do atleta foi de seis semanas, mas não é possível garantir nada por enquanto. Ganso está fazendo o tratamento, passa uma vez por semana por avaliação clínica e faz exame de diagnóstico por imagem. A evolução do tratamento é diferente de uma pessoa para outra. Pode acontecer de Ganso voltar com cinco semanas, como também precisar de mais de seis semanas para ter uma recuperação completa", disse o médico do clube Rodrigo Zogaib.

Ganso sofreu lesão no músculo reto anterior da coxa direita, nos minutos finais do primeiro jogo da decisão do Campeonato Paulista, contra o Corinthians, dia 8 de maio, no Pacaembu. Na próxima terça-feira, o tratamento a que o jogador vem sendo submetido vai completar quatro semanas. Para apressar a recuperação, os médicos santistas utilizaram até o procedimento adjuvante, com aplicação do fator do crescimento no local da lesão. Porém, nem todo esse esforço é garantia de que o camisa 10 voltará dentro do prazo estipulado.

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