David Gray/Reuters
David Gray/Reuters

Meia da Costa Rica está confiante em quebrar tabu do Brasil em Copa

Seleção brasileira nunca foi derrotado por uma equipe da Concacaf em Mundiais

Estadão Conteúdo

20 Junho 2018 | 17h42

O Brasil nunca perdeu em Copa do Mundo para uma seleção da Concacaf, a confederação que reúne países da América do Norte, América Central e Caribe. O meia Celso Borges, da Costa Rica, próximo adversário dos brasileiros pelo Grupo E, nesta sexta-feira, às 9 horas (de Brasília), em São Petersburgo, está confiante em quebrar esse tabu.

+ Neymar afirma ter treinado bem e promete: 'Vamos fazer um segundo jogo melhor'

+ A dois dias de jogo do Brasil, torcida começa a tomar ruas de São Petersburgo

"Se somos famosos em algo, é derrubando mitos. Temos condições de fazê-lo. É acreditar nele e fazer bem o trabalho. A história está aí para ser quebrada", afirmou o jogador do La Coruña, da Espanha, ao site da Fifa.

As únicas derrotas do Brasil para equipes do continente americano foram para a Argentina, nas oitavas de final da Copa de 1990, na Itália, e para o Uruguai, na final do Mundial de 1950, no Rio de Janeiro, na partida que ficou conhecida como Maracanazo.

Apesar de a Costa Rica estar apenas em sua quinta Copa, em uma trajetória que começou em 1990, a equipe já enfrentou o Brasil duas vezes em Mundiais. No debute, há 28 anos, na Itália, vitória verde-amarela por 1 a 0, com gol de Müller. Em 2002, no Japão e Coreia do Sul, 5 a 2 para os brasileiros, com um golaço de Edmilson, de meia bicicleta.

 

Agora, os costarriquenhos querem mudar o rumo da história, mesmo reconhecendo a qualidade dos jogadores convocados pelo técnico Tite. Para Celso Borges, o melhor do time não é Neymar, nem Philippe Coutinho, tampouco Gabriel Jesus. Para o meia da Costa Rica, o destaque da seleção sul-americana é o volante Casemiro, que faz boa contenção no meio de campo e libera os atletas ofensivos para criar as jogadas.

Apesar da escolha inusitada entre tantas estrelas, Celso Borges fala com propriedade do futebol brasileiro. O pai dele é o ex-jogador Alexandre Guimarães, nascido em Maceió, que esteve em campo contra o Brasil na Copa de 1990 e comandou a equipe como técnico da seleção do país na goleada sofrida em 2002. Agora, é a vez do filho enfrentar os pentacampeões.

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.