Javier Veiga|EFE
Javier Veiga|EFE

Meio time da seleção uruguaia jogou no Brasil e não agradou

São eles: Fucile, Victorino, Pereira, Rodriguez, Rios e Lodeiro

Daniel Batista, O Estado de S. Paulo

24 de março de 2016 | 07h00

A seleção do Uruguai é considerada por muita gente uma das melhores do continente sul-americano. Entretanto, se o torcedor brasileiro olhar para a provável escalação para o jogo de amanhã e puxar pela memória, terá motivos de sobra para desconfiar. Cinco titulares e um reserva da Celeste Olímpica passaram pelo futebol brasileiro. E não deixaram propriamente boas lembranças. 

São eles: Fucile, Victorino, Álvaro Pereira, Cristian Rodriguez e Arévalo Rios. Lodeiro, outra figura conhecida dos brasileiros, deverá ficar no banco de reservas.

O caso mais emblemático talvez seja o do zagueiro Maurício Victorino. Ele defendeu o Cruzeiro entre 2011 e 2014, mas nunca conseguiu convencer e no último ano, passou toda a temporada no departamento médico. Foi emprestado ao Palmeiras, onde fez apenas nove jogos e também teve os médicos como companheiros na maior parte do tempo em que esteve contratado pelo clube. 

Álvaro Pereira chegou ao São Paulo com muita festa e foi embora criticado. Expulsões e falhas em momentos importantes fizeram com que ele perdesse a posição para Reinaldo. Depois, brigou com a diretoria e deixou o clube para atuar no Estudiantes, da Argentina.

Fucile defendeu o Santos em 2012 e chegou a ser titular em parte da campanha da conquista do Campeonato Paulista daquele ano, mas uma grave lesão fez com que ele atuasse por apenas 20 jogos sem nunca ter conseguido atuações excepcionais.

Cristian Rodríguez teve além de tudo, azar. Chegou ao Grêmio com um contrato de seis meses, fez dois jogos (somando 80 minutos em campo) e três lesões fizeram com que ele não atuasse mais pelo clube gaúcho, sendo liberado antes mesmo do término do vínculo.

O volante Arévalo Rios foi contratado pelo Botafogo para ser titular e ídolo, mas também naufragou. Fez 17 jogos, nenhum gol e em 2014 transferiu-se para o Tijuana do México.

Quem teve melhor momento, mas também viveu uma época de vacas magras, foi justamente quem deve ser reserva amanhã. Lodeiro chegou ao Botafogo em 2012 e ficou dois anos no clube carioca, onde teve altos e baixos até se transferir para o Corinthians. Após um início difícil, de lesões e poucas oportunidades, quando começou a ganhar espaço, acertou a transferência para o Boca Juniors. 

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