'Melhor goleiro é o que transmite confiança'

Taffarel, preparador de goleiros da seleção, analista perfil ideal do camisa 1

Almir Leite, O Estado de S.Paulo

30 de agosto de 2014 | 17h00

O Brasil tem uma boa safra de goleiros. Continua exportando e, nas competições, os goleiros brasileiros têm feito um bom papel. O Rafael e o Jefferson (convocados por Dunga para os amistosos da seleção brasileira contra Colômbia e Equador) terão chance de demonstrar seu valor.

O melhor goleiro é aquele que, seja no clube ou na seleção, transmite confiança e tranquilidade. Dentro do campo, o goleiro precisa ter qualidade, personalidade e vontade de vencer sempre; fora dele, tem de ser uma pessoa de respeito.

Estou acompanhando sempre que possível a atuação dos goleiros. É importante jogarem bem em seus clubes. Os goleiros, como os outros jogadores de uma seleção, são chamados porque estão bem em seus clubes. Devem chegar à seleção com 100% do seu potencial.

Daremos continuidade ao trabalho de preparação para os jogos (amistosos). O tempo é curto para grandes trabalhos, mas para o conhecimento é fundamental. Aqui, uma boa conversa inicial e trabalho é basicamente o que vamos fazer.

Todo goleiro tem ponto forte e ponto menos forte. São os chamados fundamentos. Trabalhar um pouco de tudo ajuda a dar a confiança que o goleiro precisa para jogar bem.

Na definição dos goleiros da seleção brasileira, eu fui consultado pelo Dunga. Mas a convocação é com ele. De minha parte, vou estar sempre atento para ajudá-lo a fazer sempre a melhor escolha. Eu e o Dunga temos uma longa relação de amizade, confiança e, o mais importante, vontade de fazer o melhor sempre.

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