Mesmo após derrota, Paulo Victor confia em Flamengo no G4: 'Não é sonho'

Em momento bastante irregular, o Flamengo foi atropelado pelo Figueirense na última quarta-feira, em Florianópolis, por 3 a 0. A derrota, no entanto, não afastou muito a equipe do G4, já que São Paulo, Palmeiras e Internacional também perderam - o Santos, quarto colocado, ainda joga nesta quinta. Por isso, o goleiro Paulo Victor vê a ida à Libertadores como um objetivo bastante possível.

Estadão Conteúdo

15 de outubro de 2015 | 19h21

"O G4 não é sonho. Estamos a dois pontos. Sonho era quando estávamos a 15 pontos, quando o Oswaldo (de Oliveira) chegou. Deixamos escapar a chance nesta rodada, mas só dependemos de nós. Vamos pensar nos jogos para a frente, confrontos diretos. Enquanto tiver chance de chegar na Libertadores, brigaremos", declarou nesta quinta.

Apesar do otimismo, o goleiro não escondeu que a derrota de quarta ainda dói, principalmente pela forma como aconteceu. "A nossa equipe não se comportou como nas outras partidas. Jogamos contra um time pressionado, jogando em casa, com sua torcida, na zona de rebaixamento, precisando do resultado e acabamos facilitando para eles. Todos os jogadores sentiram, sabemos que não podemos entrar daquela forma. Doeu bastante, mas agora passou. Vamos pensar nos próximos oito jogos."

Nesta quinta, menos de 24 horas após a partida, o elenco do Flamengo já se reapresentou no Rio e treinou visando o confronto diante do Internacional no domingo, no Maracanã. E para empurrar a equipe em busca da recuperação, Paulo Victor pediu que a torcida compareça em peso ao estádio.

"A gente precisa da confiança do torcedor, ele vem dando essa confiança para a gente, lotou o Maracanã no domingo (contra o Joinville, dia 4), nos ajudou a sair de lá com a vitória. Sabemos que não é fácil fazer esse pedido para a torcida, mas peço que vá ao estádio e nos apoie porque juntos somos sempre mais fortes", disse.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolFlamengoPaulo Victor

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.