Ricardo Saibun/Divulgação<br>
Ricardo Saibun/Divulgação

Mesmo cansado, Cicinho quer reforçar Santos no sábado

Vários titulares serão poupados em razão do primeiro jogo da semifinais da Copa do Brasil contra o Cruzeiro

SANCHES FILHO, O Estado de S. Paulo

23 de outubro de 2014 | 20h25

O treino dos reservas do Santos, com oito reforços do Sub-20, realizado na tarde desta quinta-feira, no CT Rei Pelé, serviu para Enderson Moreira eliminar as últimas dúvidas em relação à escalação do time que vai enfrentar a Chapecoense, sábado às 18h30, na Arena Condá, em Santa Catarina.

O treinador havia antecipado após o jogo contra o Fluminense que vários titulares serão poupados em razão do primeiro jogo da semifinais da Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, no Mineirão, e nesta sexta divulga a lista dos que vão viajar no começo da tarde. Cicinho, o jogador do elenco santista que mais atuou na temporada - 49 dos 58 jogos do time - encabeça a lista dos que mais preocupam o treinador. Mas, ele quer jogar.

"Se for para ir, eu estou disposto, mas a escolha é do professor. É ele quem tem competência para decidir, mas não dá para negar que a maratona desgasta muito e que a gente sente o cansaço. Além disso, a viagem é cansativa. Mas se for necessário, tenho certeza de que todos estarão dispostos", declarou.

Com as contusões de Aranha, Thiago Ribeiro e, mais recentemente, Lucas Lima e Luciano mostraram que o Enderson tem razão em mudar o time a cada jogo para dar mais tempo para a recuperação dos jogadores. E as contusões passaram a ser preocupação também dos que mais atuam.

"Ficamos preocupados com o risco de mais jogadores importantes se lesionarem porque estamos na reta final de duas competições, brigando para chegar ao G-4 e para chegarmos às finais da Copa do Brasil. Então, preocupa. Mas temos profissionais competentes para olhar essa parte e que estão fazendo possível para recuperar os lesionados e fazendo trabalho para evitar lesões que podem ocorrer", disse o lateral.

Cicinho também é o segundo maior "ladrão" de bola do Brasileiro, com 72 desarmes, atrás apenas de Gabriel, com 79. Ele explica que o seu segredo é estar sempre bem colocado. "Além disso, o Santos tem bastante gente que ajuda no desarme, o que facilita. Isso vem de toda equipe, que tem como característica marcar forte", finalizou.

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