Mesmo em vantagem, São Paulo promete ser ofensivo

Com a vantagem obtida no primeiro duelo, no Estádio Jalisco, em Guadalajara, o São Paulo está muito perto da decisão da Libertadores, e se aproximará ainda mais se conseguir fazer um gol no Chivas. Nesse caso, o time brasileiro só seria eliminado de sofresse dois gols - algo que, na Libertadores, só os próprios mexicanos conseguiram, ainda na primeira fase.E fazer gols em casa não é tarefa tão difícil para o time de Muricy Ramalho, que já balançou as redes adversárias 87 vezes em 2006 - média de 1,97 gols por jogo - e só não marcou em seis partidas neste ano, sendo apenas duas em seu estádio: nas derrotas por 1 a 0 para o Juventus, no Estadual, e nos 4 a 0 para o Santos, no domingo, pelo Brasileiro, quando utilizou os reservas.?É importante mantermos a posse de bola, como fizemos no primeiro jogo?, recomenda o centroavante Ricardo Oliveira. ?Quanto mais tempo tivermos a bola sob controle, maiores são as chances de fazermos gols.?Mas Ricardo Oliveira não é o único responsável por balançar as redes. Para que a bola chegue à frente, é fundamental a atuação de Leandro, que também participa muito da marcação no meio-campo - é quase um sexto integrante do setor - e tem liberdade para ir ao ataque. ?A única coisa que prometemos é que não vai faltar empenho e luta para nos classificarmos?, comentou Leandro.Na Libertadores, a média ofensiva do São Paulo também é respeitável: 17 gols em 11 jogos (média de 1,54 por partida). Os são-paulinos só não marcaram na derrota por 1 a 0 para o Estudiantes, na Argentina. ?Num jogo como esse, não podemos perder nenhuma chance de gol?, alerta o meia Danilo, artilheiro da equipe em 2006, com 12 gols.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.