Mesmo liberado, Petros não deve voltar ao time titular do Corinthians

Contra o Grêmio, neste domingo, tendência é que o técnico Mano Menezes mantenha Renato Augusto no meio de campo  

Vítor Marques, O Estado de S.Paulo

22 de agosto de 2014 | 18h29

Apesar de o Corinthians ter obtido na quinta-feira um efeito suspensivo que o libera para jogar enquanto não é julgado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o meia Petros deve continuar fora do time titular na partida deste domingo, contra o Grêmio. A tendência é que o técnico Mano Menezes mantenha o meio-de-campo da equipe que goleou o Goiás por 5 a 2.

Petros sentiu um pouco toda a repercussão do lance: o empurrão no árbitro Raphael Claus durante o clássico contra o Santos, dia 10 de julho. A atitude, encarada como agressão pelo STJD, rendeu uma suspensão de seis meses ao jogador - o Corinthians já entrou com recurso e espera julgamento.

"Tudo o que aconteceu nos últimos dias mexeu bastante com a cabeça do jogador, temos que ter cuidado em relação à arbitragem, isso pode influenciar. Não quero expor o jogador e nem prejudicar a equipe", afirmou Mano Menezes, ao comentar sobre a situação de Petros, depois da vitória contra o Goiás.

Horas antes do jogo, o Corinthians conseguiu um efeito suspensivo no STJD. Ou seja: Petros poderia ter jogado contra o Goiás na noite de quinta-feira - ele está livre da suspensão até que um novo julgamento seja realizado. Mas Mano Menezes optou por não aproveitá-lo. "Sei que houve um esforço do departamento jurídico, mas, como comandante, penso na equipe", avisou o treinador.

Petros treinou entre os reservas nesta sexta-feira, ao lado de jogadores que não atuaram 90 minutos contra o Goiás, como Romero e até mesmo Luciano, que marcou três gols no jogo. 

Se Mano Menezes mexer na equipe para enfrentar o Grêmio, Luciano é o favorito para entrar. Ele ganhou pontos com o treinador pelos três gols marcados na quinta-feira e pode ganhar a vaga de Romero. Nas demais posições, não deve ter mudanças, mantendo Renato Augusto no lugar que era de Petros.

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