Mesmo no Paraguai, Inter quer o apoio de seus torcedores

O Internacional espera contar com o apoio de pelo menos 4 mil torcedores no Estádio Defensores de Chaco, em Assunção, nesta quinta-feira, às 21h45 (horário de Brasília), quando começa a disputar uma vaga para a final da Copa Libertadores da América contra o paraguaio Libertad. A torcida está empolgada com o time gaúcho, que não chegava uma semifinal da competição sul-americana desde 1989. Alheio ao clima de festa da torcida, o técnico Abel Braga tratou de manter a concentração total no jogo. Fez treinos com portas fechadas, exibiu vídeos de jogos do Libertad aos atletas e, sobretudo, evitou falar da escalação do time. O mistério será mantido até o início da partida e nasce da ausência do volante Tinga, que está contundido. Abel chegou a admitir que estudava quatro hipóteses, que incluíam até uma mudança no esquema, do usual 4-4-2 para o 3-5-2, com a entrada do zagueiro Índio. É provável, no entanto, que não faça uma alteração tão grande e escale Wellington Monteiro, de características mais defensivas, ou Michel, mais voltado para o ataque. A outra opção, Adriano Gabiru, tem chances remotas. O time brasileiro considera um empate um bom resultado, desde que seja com gols. Conta, para isso, com uma dupla de atacantes afinada. O experiente Fernandão é a referência e está no clima da Libertadores. Em entrevistas, ele lembra que o título da competição é muito valorizado na Europa, onde já jogou. Rafael Sóbis será encarregado dos deslocamentos em velocidade para confundir a defesa adversária.?Estamos mais experientes e adaptados aos jogos eliminatórios?, avalia Rafael Sóbis, referindo-se à terceira participação consecutiva do clube em competições internacionais. Em 2004 e 2005, o Internacional jogou a Copa Sul-Americana.

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