Reprodução/ Instagram Ronaldinho Gaúcho
Reprodução/ Instagram Ronaldinho Gaúcho

Miguelina Eloi de Assis Moreira, mãe de Ronaldinho Gaúcho, morre aos 71 anos

Miguelina foi mais uma vítima da pandemia de coronavírus no Brasil; Atlético-MG se solidariza

Redação, O Estado de S.Paulo

20 de fevereiro de 2021 | 21h08

Miguelina Eloi de Assis Moreira, mãe de Ronaldinho Gaúcho, morre neste sábado. Ela tinha 71 anos e foi mais uma vítima do coronavírus. Ela estava internada em tratamento contra a doença desde dezembro de 2020, mas não resistiu às complicações. Ronaldinho Gaúcho havia comunicado a internação da sua mãe, em função da covid-19, em publicação no Twitter em 21 de dezembro.

Clube que Ronaldinho defendeu entre 2012 e 2014, o Atlético-MG lamentou o falecimento de Dona Miguelina. "É com enorme tristeza, que o Clube Atlético Mineiro recebe a notícia do falecimento de Dona Miguelina, mãe de Ronaldinho Gaúcho. A família atleticana está de luto e compartilha com seu ídolo o momento de dor. Que Deus a receba de braços abertos e conforte o coração do nosso eterno craque. Descanse em paz, Dona Miguelina", publicou.

Neste sábado, Ronaldinho também recebeu a solidariedade de Alexandre Kalil, prefeito de Belo Horizonte e presidente do Atlético-MG quando da passagem do craque pelo clube. "Ronaldinho, meu filho, eu sei o que é perder uma mãe. Meus sentimentos nesse momento tão difícil", escreveu, em seu perfil no Twitter.

Dona Miguelina passou por um grave problema de saúde quando o filho defendia o Atlético-MG, mas conseguiu superá-lo. Em 2012, ela tratava um câncer e recebeu a solidariedade dos torcedores do clube em um banner com uma mensagem de apoio e fé, que contava com uma foto dela ao lado de Ronaldinho e que foi lançada ao céu, através de balões, antes de um confronto com o Grêmio.

A ação emocionou Ronaldinho e foi citada algumas vezes por ele em declarações públicas. No ano seguinte, o craque revelou que sua mãe havia superado o câncer. E antes do primeiro jogo da final do Campeonato Mineiro, contra o Cruzeiro, ela entrou no gramado do Independência ao lado do filho e trajada com a camisa do clube, sendo saudada pelos torcedores.

MÉDICO DO FLU TAMBÉM MORRE

Dona Miguelina não foi a única vítima da covid-19 relacionada ao futebol que faleceu neste sábado. O médico Victor Favilla, funcionário do Fluminense por 18 anos, morreu na manhã deste sábado por complicações decorrentes da covid-19, após um mês internado em um hospital na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Especialista em ortopedia e traumatologia, Victor Favilla foi, além do proeminente trabalho no Fluminense, membro e ex-diretor regional da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.

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