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Milan apoia teto salarial no futebol devido à crise global

Para dirigente Adriano Galliani, clubes terão dificuldades no mercado de transferências de jogadores

REUTERS

19 de março de 2009 | 11h58

O presidente-executivo do Milan, Adriano Galliani, propôs que o futebol adote um teto salarial para cortar os custos, uma vez que o esporte tem sofrido os impactos da crise econômica global.

"Acho que seria uma oportunidade para termos um teto salarial, como existe nos Estados Unidos", disse Galliani ao jornal La Gazzetta dello Sport, desta quinta-feira, citando o exemplo das principais ligas esportivas norte-americanas.

"Existem discussões na Uefa para aplicar esse sistema na Liga dos Campeões mais cedo ou mais tarde."

Galliani também disse que "os ventos da crise" estão soprando no futebol inglês e espanhol, assim como no italiano, e que o mercado de transferências será afetado.

"Um mercado fraco, apagado, espera por nós, com trocas de jogadores, mas muito pouco dinheiro se movimentando", acrescentou.

O dirigente reafirmou que o meia Kaká não está à venda, após o jogador ter recusado uma proposta milionária do Manchester City em janeiro, e que o Milan vai comprar um zagueiro e procurar por jogadores baratos no mercado.

(Reportagem de Paul Virgo)

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