Arquivo/AE
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Milan não quer aumentar oferta pelo atacante Luís Fabiano

Dirigentes ainda mandaram um recado aos representantes do jogador: 'Negociamos apenas com o Sevilla'

EFE

15 de julho de 2009 | 10h50

O Milan não aumentará sua oferta de 14 milhões de euros por Luís Fabiano apesar dos pedidos do fundo de investimentos que detém a maior parte dos direitos sobre o brasileiro. Dirigentes do clube italiano e representantes do jogador se reuniram nessa terça-feira, mas ainda não chegaram a um acordo.

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"Recebemos os representantes do fundo, mas explicamos a eles que o único ponto de referência nesta negociação é representado pelo Sevilla, que é a única parte que pode permitir a transferência", disse o dirigente do clube italiano, Adriano Galliani, em entrevista ao Corriere dello Sport.

 

"Nossa oferta é sempre a mesma: 14 milhões de euros. O Sevilla não está de acordo e, portanto, por enquanto esperamos. Veremos o que acontecerá mais adiante", acrescentou.

 

Depois de o dono do Milan, Silvio Berlusconi, ter afirmado no domingo que não está disposto a gastar muito para trazer o brasileiro, o clube italiano freou seus movimentos para contratar o jogador, cuja transferência foi avaliada em 30 milhões de euros pelo Sevilla.

 

De toda forma, segundo o Corriere dello Sport, Galliani ficou em Milão e não foi a Los Angeles para a pré-temporada da equipe italiana por causa da possibilidade de ter que viajar para concretizar alguma contratação.

Na terça-feira, o empresário de Luís Fabiano, José Fuentes, falou a um canal de televisão italiano para pedir ao Milan que agilize seus movimentos para conseguir a contratação do atacante, que quer jogar pelo clube na próxima temporada.

"Estamos esperando que o clube dê o primeiro passo para negociar com o Sevilla. Não deve passar de uma semana, porque será fácil chegar a um acordo entre Luís Fabiano e o Milan", disse Fuentes.

"O Milan deve ir até Sevilha, subindo a oferta e fazendo um pequeno esforço. O jogador custa 20 milhões de euros".

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