Milan não recorrerá de derrota após agressão a Dida

Goleiro levou um tapa de um torcedor na derrota para o Celtic na Liga dos Campeões

04 de outubro de 2007 | 01h34

O vice-presidente e chefe executivo do Milan, Adriano Galliani, afirmou nesta quarta-feira que não recorrerá do resultado da derrota de 2 a 1 de sua equipe para o Celtic pela segunda rodada de grupos da Liga dos Campeões apesar de o goleiro brasileiro Dida ter sido agredido por um torcedor. Nesta quinta-feira a Uefa deverá julgar o caso e decidir se haverá punição ao clube escocês. "Falei com Berlusconi [dono do clube] e tomamos a decisão de não apresentar nenhum recurso. Somos a equipe que representará a Europa no próximo Mundial de clubes, o campeão da Europa e assim devemos nos comportar", disse Galliani para o site do jornal La Gazzetta dello Sport.  Entretanto, Galliani defendeu o goleiro brasileiro, que se jogou no gramado instantes depois de tentar perseguir o torcedor. "O torcedor bateu nele. Não é normal que um torcedor bata em um jogador", declarou. Anteriormente, o treinador do Milan, Carlo Ancelotti, chamou o episódio de "fato grave". "É algo grave o que aconteceu com Dida. Um torcedor não pode entrar em campo", declarou o técnico do Milan.

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