Washington Alves|Estadão
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Minas e Bahia têm balanços positivos após liberarem bebidas

Estados não têm enfrentado problemas relacionados ao consumo de álcool

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

22 de junho de 2017 | 07h00

A venda de bebidas alcoólicas em Minas Gerais foi autorizada por meio de lei estadual de agosto de 2015. Existem restrições: a comercialização deve se encerrar no final do intervalo da partida, e o consumo não pode ocorrer nas cadeiras dos estádios. A arena fechou um contrato de exclusividade de venda de bebidas com a Ambev por três anos. De acordo com os administradores, não houve incidentes graves relacionados ao consumo de bebidas desde a promulgação da lei.

“Para que esse balanço continue sendo positivo, realizamos campanhas de conscientização dos torcedores, utilizando os meios de comunicação do estádio para que o Mineirão seja um local em que as famílias estejam presentes e que o torcedor continue assistindo aos jogos com conforto e segurança”, diz nota enviada ao Estado.

Ednaldo Rodrigues, presidente da Federação Baiana, afirma que a experiência também tem sido boa. “Na Bahia, isso já está superado. Tem uma lei estadual que permite (a venda de bebida alcoólica). Isso já funciona há mais de dois anos, mas com algumas restrições. Não pode ter lata, garrafa, a cerveja é vendida no bar”, diz o dirigente.

Ednaldo afirma a venda cria novas fontes de receita. “Precisa ter sustentabilidade para os bares nos estádios também. As arenas não têm como se sustentar sem essa comercialização. É uma questão de cada um se educar naquilo que faz. Isso até aumenta o público nos estádios”, afirma o presidente.

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