Lucas Figueiredo/CBF
Lucas Figueiredo/CBF

Miranda celebra ser o capitão em amistoso e se diz 'otimista' para a Copa

Zagueiro é quem mais usou a braçadeira sob o comando de Tite no atual elenco

Almir Leite, enviado especial a Viena, O Estado de S.Paulo

09 Junho 2018 | 14h09

O zagueiro Miranda se definiu como “muito feliz" por voltar a ser capitão da seleção brasileira. Vai vestir a braçadeira no amistoso deste domingo contra a Áustria, em Viena (11h de Brasília) e considera isso significativo às vésperas da Copa do Mundo. “Fico contente porque a Copa do Mundo está se aproximando e estou otimista porque a seleção está demonstrando inúmeras qualidades para fazer uma grande campanha", disse o jogador de 33 anos em entrevista coletiva depois do treinamento deste sábado na capital austríaca.

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Miranda sabe que não ficará com a função durante toda a Copa, pois Tite vai manter o revezamento - mas voltará a ser capitão, pois o treinador avisou que vai escalar os mais experientes para isso. E não vê problema na alternância. “A gente vez fazendo isso desde as Eliminatórias. Não vejo problema nenhum, cada um vai liderar da maneira que sabe."

O jogador da Inter de Milão considera que a preparação da seleção brasileira para a Copa do Mundo está sendo bem-feita e exalta o fato de ter conseguido retomar, nos últimos amistosos, o padrão apresentado nas Eliminatórias. Mas acha que o favoritismo tem de ser mostrado em campo.

“Acho que o Brasil retomou o respeito que tinha, mas agora a gente tem de demonstrar na Copa do Mundo que estamos em alto nível", entende Miranda.

 

Para o capitão contra os austríacos, a troca de Fernandinho por Philippe Coutinho não muda o comportamento da defesa nem traz maior preocupação. “No nosso sistema defensivo a preocupação é não sofrer gols e procura estar sempre organizado. Independemente de quem jogar, taticamente temos de estar sempre organizados."

Ele também diz que nada muda para ele com a entrada de Thiago Silva no lugar de Marquinhos. “Acho que o Thiago é mais experiente, temos quase a mesma idade (ambos têm 33 anos e Miranda é meses mais velho. Meu posicionamento não muda em nada. É um questão técnica e o Tite decide."

 

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