Divulgação/Universidad Católica
Divulgação/Universidad Católica

Missão de novo técnico do Santos é fazer time não depender de Marinho para ir bem

Rendimento do time cai quando o astro não vai campo ou não apresenta um bom futebol

Redação, Estadão Conteúdo

22 de fevereiro de 2021 | 11h43

Trabalho não faltará ao técnico argentino Ariel Holan, que deve assumir o Santos, em seus primeiros dias na Vila Belmiro. Entre suas principais missões, está fazer a equipe jogar bem sem depender de Marinho. Isso porque o rendimento do time cai quando o astro não vai campo ou não apresenta um bom futebol. Marinho sofreu com dores musculares e não conseguiu repetir as grandes atuações que vinha realizando. Consequentemente, o time deixou a desejar.

Em nota de agradecimento a Cuca, Marinho reconheceu que não tem repetido o mesmo nível de atuações de outrora, mas que jamais poderia deixar de ajudar. "Quero agradecer ao professor Cuca: toda minha admiração, respeito em saber o quanto crescemos, evoluímos", postou o jogador.

"Aqui se formou uma família, uma equipe que foi em busca dos objetivos e sonhos, apesar das dificuldades. Sei que após minha lesão, meu rendimento caiu um pouco. Poderia ter parado e apenas me preocupado em recuperar para voltar 100%", disse. Marinho admitiu que não poderia abandonar o time no momento em que mais precisava de ajuda, e aceita as críticas e as cobranças. "Não estou rendendo o que eu mesmo espero de mim".

Como o Paulistão vai emendar no fim do Brasileirão e também virá a fase preliminar da Libertadores, Marinho não terá tempo para descanso. Assim, Holan terá de encontrar saídas para que o Santos renda bem sem o astro. Como é um estudioso, adora matemática e maneiras distintas de armar suas equipes, certamente conseguirá manter o Santos vencedor.

O próprio Cuca acredita nisso. Elogia o trabalho da diretoria nessa transição. "A diretoria está organizando, deixando o Santos sem dívida. Mas não pode deixar de cuidar o campo, que é importantíssimo. Sempre que puder, dar uma fortalecida no elenco. E não são muitas coisas a trazer para o Santos chegar na Libertadores de volta."

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