Martin Bernetti/AFP
Martin Bernetti/AFP

Modric celebra fase da Croácia, mas avisa: 'Temos que esquecer a fase de grupos'

Croatas avançaram às oitavas de final com três vitórias e agora vão enfrentar a Dinamarca

Estadão Conteúdo

30 Junho 2018 | 14h54

A Croácia chega para as oitavas de final da Copa do Mundo como uma das sensações da competição. Com 100% de aproveitamento em um grupo com Argentina, Nigéria e Islândia, a seleção foi uma das surpresas da primeira fase e tem o favoritismo diante da Dinamarca, neste domingo, em Nijni Novgorod. Principal jogador da equipe, o meia Luka Modric, porém, fez questão de afastar este retrospecto recente.

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"A gente jogou partidas fenomenais em nosso grupo e devemos estar orgulhosos delas. Mas, agora, tudo isso tem que ser esquecido. Meus companheiros e eu estamos respirando como um só, e nosso vestiário virou uma família", declarou o jogador do Real Madrid em entrevista coletiva neste sábado.

Diante de si, a Croácia terá um adversário que não convenceu na primeira fase e apresentou futebol apenas razoável contra Peru, França e Austrália. Mesmo assim, Modric lembrou do bom momento da Dinamarca para ressaltar a dificuldade que espera na briga por uma vaga nas quartas.

"A gente tem o maior respeito possível pelo time dinamarquês. O fato de eles estarem há 18 jogos sem perder (em partidas oficiais ou amistosos em data Fifa) fala por si só. O que nos aguarda é uma partida muito difícil. O estágio de grupos não significa nada para o que vamos encarar amanhã", comentou.

 

Se Modric chega como principal nome croata, do lado dinamarquês a esperança também cai sobre seu meia criador, Christian Eriksen. Ao longo dos últimos dias, a imprensa de ambos os países comparou bastante os dois jogadores, o que não agradou o croata.

"Eu não gosto de comparações, especialmente entre eu e outra pessoa. Sobre o Eriksen, posso dizer que é um jogador fenomenal, de primeira linha. Ele teve uma grande temporada e certamente é o mais importante da Dinamarca. Mas o que vai decidir o destino do jogo de amanhã é como o time vai jogar, não os indivíduos", avaliou.

 

 

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