Moedas comemorativas da Copa serão expostas em Berlim

Objetivo é de que iniciativa dê projeção internacional para as moedas

Ronald Lincoln Jr, O Estado de S. Paulo

06 de fevereiro de 2014 | 17h42

RIO - As nove moedas comemorativas da Copa do Mundo de 2014, projetadas em uma parceria entre Casa da Moeda do Brasil (CMB) e o Banco Central, foram um sucesso no país. E agora vão ganhar projeção internacional. Elas serão exibidas na World Money Fair, uma das feiras mais importantes relacionadas a colecionismo de moedas, e ocorre nos dias 7, 8 e 9 de fevereiro, em Berlim, na Alemanha.

Também poderão ser vistas no evento as 36 moedas feitas para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, que só serão lançadas no Brasil em agosto. A apresentação será realizada no stand da Casa da Moeda do Brasil, que pela primeira vez participa da feira como expositora.

E é grande a expectativa quanto ao sucesso das moedas na feira.  “É algo especial. Todo mundo quer ver o que está preparado para esses grandes eventos” disse Ronaldo Clementino, Gerente da Divisão de Moedas e Medalhas do órgão.

As nove moedas comemorativas da Copa do Mundo foram lançadas no dia 29 de janeiro pelo Banco Central. Entre elas, um modelo em ouro, com desenho de uma bola na rede em um dos lados da peça e a taça de campeão no outro, dois em prata, que homenageiam as cidades-sede do Mundial e também o mascote da Copa (Fuleco) e  seis em cuproníquel (cobre+níquel) com o mapa do Brasil de um lado e lances tradicionais do futebol do outro.

Em apenas 24 horas após o início da comercialização, a tiragem inicial de 2.720 unidades foi toda vendida, custando cada peça R$ 1.180. Ainda é possível comprar as moedas de prata (R$180) e de cuproníquel (R$30), mas o número de peças é limitado e pode acabar brevemente. Com isso, a Casa da Moeda do Brasil já recebeu uma encomenda do Banco Central para a produção de mais moedas.

Com essas moedas comemorativas, a instituição espera consolidar o mercado de colecionismo no Brasil. “E o que é mais legal na moeda é a oportunidade de eternizar esses eventos nos metais nobres”, comentou Elielber Antunes, Gerente do Projeto de Moedas Comemorativas.

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