Motta critica Barça, que não o quer, mas que não o libera

Volante brasileiro reclama da posição do clube catalão, que não quer perder o jogador sem receber dinheiro

31 de julho de 2007 | 16h31

O volante brasileiro Thiago Motta assegurou nesta terça-feira que sua situação no Barcelona segue sem qualquer solução e criticou as declarações feitas pelo diretor técnico do clube catalão, Aitor 'Txiki' Beguiristain , que recomendou ao jogador aceitar qualquer proposta que venha a receber, já que o atleta não interessa mais ao Barça. "A situação é a mesma, já conversamos e ainda não chegamos a uma conclusão", afirmou Motta, um dos jogadores na lista de 'transferíveis' do clube, junto com os atacantes Maxi López e Santi Ezquerro. Motta admitiu que devido a atitude do Barcelona, não quer mais continuar por lá, porém, reclama que o Barça ainda não o liberou para ele procure algum outro time interessado nele, pois não quer perder o volante sem receber algum dinheiro com isso. Sobre os possíveis clubes interessados em seu futebol, o brasileiro conta que o Milan e o Zaragoza são dois deles. "O Milan é um clube tão grande quanto o Barcelona e o Zaragoza é uma equipe com grandes ambições. Fico contente em atuar em qualquer um deles, mas preciso ser liberado pelo Barça para por seguir em meu trabalho. Se o clube [Barcelona] não se interessa mais por mim, por que não me libera?" O presidente do clube catalão, Juan Laporta foi evasivo sobre o caso. "As negociações para a saída de um jogador são sempre difíceis. Txiki disse em mais de uma ocasião que Motta tem uma qualidade extraordinária e que pode ser o melhor do mundo em sua posição. Ele é da casa, tem o estilo do Barça e conhece bem o clube, por conta disso acho que no futuro ele só terá boas recordações daqui. Aqui ele cresceu e se transformou em um homem", declarou Laporta.

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