Michel Euler/AP
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Mourinho confirma Diego Costa, mas faz mistério sobre goleiros

Técnico anuncia a escalação do atacante diante do PSG, na França, mas não revela quem atuará entre Courtois e Petr Cech no Chelsea

Estadão Conteúdo

16 de fevereiro de 2015 | 19h13

O técnico José Mourinho confirmou nesta segunda-feira, em entrevista coletiva, que o atacante Diego Costa voltará ao time titular do Chelsea nesta terça, contra o Paris Saint-Germain, na capital francesa, pelo duelo de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões.

O brasileiro naturalizado espanhol teve sua escalação confirmada depois de ter ficado fora das três partidas anteriores da equipe de Londres. Ele foi suspenso por três jogos por causa do pisão que deu em Emre Can, do Liverpool, em confronto válido pela Copa da Liga Inglesa.

Mourinho admitiu que "não é bom um jogador ficar três semanas, ou três jogos, sem começar uma partida", assim como não vê Diego Costa "no melhor de suas condições", mas enfatizou que confia na volta do goleador como arma para sair na frente do PSG atuando fora de casa neste mata-mata. 

Mourinho, entretanto, resolveu fazer mistério ao ser questionado se irá escalar Thibaut Courtois e Petr Cech como titular do gol do Chelsea. Ele preferiu deixar para confirmar quem joga apenas nesta terça ao exaltar a qualidade dos dois jogadores da posição. 

"O Chelsea tem os dois melhores goleiros do Campeonato Inglês. Para mim, é um trabalho fácil. Estou muito feliz com ambos. Cada vez um joga, o time está muito confiante porque sabe que, atrás dele, tem um goleiro top. É muito fácil para mim. Petr pode começar como titular de novo, mas ele não sabe. Nenhum deles sabe. Então não posso dizer a vocês", disse o português.

Mourinho também comentou o fato de que agora terá pela frente o brasileiro David Luiz como seu adversário, depois de ter dirigido o zagueiro contra o mesmo PSG na edição passada da Liga dos Campeões. Naquela ocasião, o time de Londres levou a melhor. 

"David foi meu jogador, nenhum problema nenhum em relação a isso e fui feliz em treiná-lo", afirmou, antes de admitir que o Chelsea "não foi melhor" do que a equipe francesa naquele mata-mata da competição. "Não ganhamos porque fomos melhores, mas sim porque marcamos fora de casa", reconheceu.

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