MP pune a organizada Geral do Grêmio após briga antes do clássico

Uniformizada não poderá levar faixas e instrumentos musicais ou se identificar nas arquibancadas nos próximos cinco jogos da equipe

O Estado de S. Paulo

13 de agosto de 2014 | 19h57

O Ministério Público do Rio Grande do Sul agiu rápido e resolveu punir a torcida Geral do Grêmio após confusão no clássico com o Internacional, domingo, antes do Grenal 402, no Beira-Rio. Acusada de descumprir ordens de deslocamento ao clássico, a organizada não poderá levar faixas e instrumentos e estar identificada nas arquibancadas da Arena ou qualquer outro estádio do Brasil nos próximos cinco jogos.

Fundada em 2001, a torcida costuma se destacar pela avalanche, principalmente atrás do gol da Arena e antes, no Olímpico. A suspensão já vale para o jogo deste final de semana, diante do Criciúma, e se estende nos confrontos contra Cruzeiro, Corinthians, Bahia e Flamengo, no fechamento do primeiro turno do Brasileirão.

Nesta quarta-feira, em Porto Alegre, os integrantes da torcida se reuniram com a Federação Gaúcha de Futebol e membros da Briga Militar, no qual foram avaliados os estragos da confusão e definidas as punições.A Geral do Grêmio foi condenada por ignorar o acordo com as autoridades e resolver se deslocar até o estádio por contra própria e de diversos pontos.

Na chegada ao Beira-Rio, houve encontro com colorados e a briga foi inevitável.A torcida ainda terá de mandar para o MP os registros de todos os seus integrantes. A promotoria ainda busca a identificação dos briguentos para novas sansões.

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