Mundial da Alemanha foi marcado por "frases infelizes"

A Copa do Mundo da Alemanha, que terminou neste domingo com o tetracampeonato da seleção italiana, foi repleta de "gafes" e comentários "impensados" por parte de jogadores e membros de todos os países. Muitas dessas declarações provocaram risos, assim como boa parte delas irritou alguns atletas e dirigentes. Confira as "grandes frases" do Mundial da Alemanha: "Sem dúvidas Ronaldinho é um jogador maior do que eu. Mas só por quatro centímetros", contou Pelé, fazendo uma comparação com o meia do Brasil. "Os goleiros não gostam da bola. Eles queriam que ela fosse pesada e em forma de cubo", comentou o técnico dos Estados Unidos, Bruce Arena. "Já tirei o David Beckham do time no passado. Não estou casado com ele, ainda que vocês pensem o contrário. Aliás, também não estamos noivos", revelou o técnico da Inglaterra, Sven-Goran Eriksson. "Alguns jornais alemães nos criticaram. Mas, eles ofenderam principalmente os nossos pais, quando falaram de espaguete e da máfia para nos descrever. Tomara que as mulheres deles conheçam os italianos", contou o volante italiano Gennaro Gatusso, após as críticas sobre a seleção italiana. "Faz 15 anos que eu não mostro vídeos aos meus atletas. Eles dormem ou abrem a boca de sono", revelou o técnico da Espanha, Luis Aragonés, após ser questionado sobre a possibilidade de mostrar fitas com os jogos da Arábia Saudita aos seus jogadores. "Simplesmente não gostamos como os alemães celebraram a vitória sobre a gente. Saltando por todos os cantos do estádio", explicou o atacante argentino Hernán Crespo, após seus companheiros de equipe se envolverem numa "briga" com alguns alemães. A Argentina foi eliminada nos pênaltis por 4 a 2, depois de empatar o jogo contra a Alemanha por 1 a 1. "Os brasileiros praticam futebol desde que nasceram. Eles jogam futebol durante todo o dia. Mas, os franceses não faziam isso. Estudávamos oito horas por dia e quando perguntávamos para nossas mamães se elas deixariam a gente jogar bola, a resposta era só uma: não", do francês Thierry Henry, antes do jogo contra o Brasil. "O futebol é raro. Costa do Marfim, Gana, Holanda e Espanha jogaram muito bem. E onde estão? Todos em casa, eliminados. Não consigo entender isso", disse o técnico da Inglaterra, Sven-Goran Eriksson. "Quando quero!", enfatizou o italiano Fabio Cannavaro, ao ser questionado sobre relações sexuais durante a Copa do Mundo. "Edema na parte superior do músculo reto anterior ao músculo direito, sem rupturas das fibras", esse foi o comunicado médico divulgado pela CBF sobre a lesão de Robinho. "Não sei o que (os médicos) quiseram dizer. Meus pais acompanharam pela televisão e ficaram assustados", comentou Robinho, explicando a reação dos seus pais após ficarem sabendo de sua lesão. "Vale mais jogadores velhos que correm em campo do que jovens que dormem", comentou o técnico da França, Raymond Domenech, após a vitória sobre a Espanha pelas oitavas da Copa. "É um grande atleta. Atuou na Itália por muito tempo. Por essa razão, sabemos que é um bom ator. Se atira muito no gramado e exagera nas faltas", explicou o meia italiano Andrea Pirlo, sobre o jogador Pavel Nedved, da República Checa. "Os técnicos deveriam ter mais conhecimento. Eles deveriam saber como jogam os adversários antes do início dos jogos", foi o comentário do presidente da Fifa, Joseph Blatter, sobre a capacidade dos treinadores do Mundial. "O melhor jogador da Copa será Ronaldinho. Depois Ronaldo. O terceiro será Kaká, seguido por Cafu e os outros brasileiros", previu Roberto Carlos, antes do início do Mundial.

Agencia Estado,

09 Julho 2006 | 18h45

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