Muricy aprova estreia e diz que precisa ajeitar a defesa do Santos

Técnico diz que sua equipe prima pelo 'improviso, velocidade e drible' e isso deve ser respeitado

AE, Agência Estado

10 de abril de 2011 | 21h21

AMERICANA - Em sua estreia como técnico do Santos, Muricy Ramalho não falou em três zagueiros e também não pediu cruzamentos na área. Foi tão fiel à tradição ofensiva do time que escalou três atacantes e, na metade do segundo tempo, tirou o volante Rodrigo Possebon para colocar Paulo Henrique Ganso. "O Santos é um time de improviso, velocidade e drible. Temos de respeitar as características dos jogadores". Ou, como gosta de dizer o presidente Luís Álvaro, o "DNA ofensivo do Santos".

O atual campeão brasileiro já deu a letra das suas primeiras tarefas. "Precisamos nos ajeitar lá atrás porque o time toma muitos contra-ataques. Quando você vê os jogadores correndo atrás do adversário é um sinal de que o time está mal posicionado. Vamos corrigir isso".

Muricy permaneceu sentado no banco durante a maior parte do primeiro tempo. Sua primeira observação foi feita aos 20 minutos, pedindo para Neymar jogar aberto pela direita, sem voltar para buscar a bola. No segundo, aos 25, levantou e pediu que o time tocasse mais a bola. "Quando temos muitos jogos seguidos, é preciso recuperar e conversar bastante com os jogadores. Só isso".

Totalmente inserido nas questões do clube, Muricy comentou a situação de Paulo Henrique Ganso, que ainda não acertou a renovação de contrato. "Essa situação está mexendo muito com ele. O Ganso tem de focar no jogo".

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