Muricy depende dos médicos para escalar o São Paulo

Maior preocupação é com o goleiro Rogério Ceni, que se recupera de estiramento na panturrilha direita

Alfredo Luiz Filho, Jornal da Tarde

11 de outubro de 2007 | 21h40

Fabiano; Breno, André Dias, Miranda e Júnior; Fernando, Hernanes, Leandro e Jorge Wagner; Dagoberto e Aloísio. Esse pode ser o melhor time que o técnico Muricy Ramalho terá para escalar o São Paulo contra o Fluminense, no sábado, no Rio. E mesmo assim, o técnico ainda depende de uma forcinha dos médicos. A começar pelo gol. A situação de Rogério Ceni ainda é um mistério. Apesar de os médicos falarem em até 15 dias para o goleiro-artilheiro se recuperar do estiramento na panturrilha da perna direita, ninguém descarta a possibilidade de ele aparecer no Maracanã. A sexta-feira será o dia D para Ceni. Mas, mesmo diante de tanta expectativa, ele deverá acabar ficando fora. "O Rogério surpreende, mas vamos ter que escutar os médicos. Contusão muscular é sempre complicado", diz, cauteloso, Muricy. Se o camisa 1 realmente não puder atuar, o desconhecido Fabiano, de 19 anos, será o titular, já que Bosco cumprirá o último jogo da pena imposta pelo STJD. Natural de Mundo Novo, na Bahia, Fabiano despertou o interesse do são Paulo depois de ser vice-campeão paulista de juniores pelo Rio Branco, de Americana, no ano passado. "O garoto está bem treinado, tem que esperar que ele vá bem. Tem o apoio de todos e conta com uma coisa a favor: nossa defesa, que é muito segura. Pode jogar tranqüilo", diz. A diretoria também acredita tanto no potencial de Fabiano que fez um contrato com validade até abril de 2011 - já pensando no possível sucessor de Ceni, que fala em pendurar as luvas em 2010. "Tenho pensando bastante na possibilidade de jogar. É um momento de felicidade. Jogar no São Paulo foi uma coisa que sempre almejei", afirmou Fabiano.

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