Muricy deve manter quarteto ofensivo em clássico

Ainda não foi no empate sob chuva por 0 a 0 contra o Universidad de Chile, em Santiago, pela Recopa Sul-Americana, que o novo quarteto ofensivo do Santos passou no teste. Embora seja adepto do esquema mais cauteloso, com três volantes, Muricy Ramalho optou pela formação ofensiva na esperança de que Neymar, Ganso, Patito Rodríguez e André repitam o sucesso do time de 2010, que tinha Robinho no lugar do meia-atacante argentino. Depois de três jogos, o quarteto ainda não convenceu, mas deve ser mantido no clássico contra o Palmeiras, sábado à noite, no Pacaembu, para ser novamente avaliado.

SANCHES FILHO, Agência Estado

23 de agosto de 2012 | 19h17

Uma das razões para o treinador insistir com o quarteto é que André está fisicamente abaixo dos companheiros, tanto que não finalizou nenhuma vez contra os chilenos. O atacante perdeu a forma por ter ficado muito tempo na reserva e perdido o interesse no Atlético-MG com a chegada de Jô. Agora, segundo Muricy, o atacante precisa jogar seguidamente para readquirir o condicionamento.

Outra explicação para o quarteto não ter funcionado como se esperava é que no primeiro teste, contra o Figueirense, em Florianópolis, Patito teve de ter substituído no começo do primeiro tempo para a recomposição da defesa após a expulsão de Juan e, na partida do Chile, teve dificuldade para atuar no campo encharcado por ser um jogador leve.

O que poderá fazer Muricy mudar de ideia mais rapidamente é a volta de Henrique, que pode retornar ao time recuperado de dores no púbis após ficar de fora dos últimos cinco jogos. Caso o volante seja liberado para o treino de sexta cedo, já deverá ficar no banco no dia seguinte. Depois, pode voltar na vaga de Patito, adiantando Arouca.

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