Franck Robichon/EFE
Franck Robichon/EFE

Muricy espia Kashiwa Reysol, próximo adversário do Santos no Mundial

Mas técnico santista saiu sem ver disputa de pênaltis, que deu a vitória ao time japonês

ESPN.com.br

11 de dezembro de 2011 | 17h44

NAGOYA - Ao contrário da maioria dos jogadores do Santos, que aproveitou folga na tarde deste domingo para assistir a uma apresentação do Cirque du Soleil, em Nagoya, Muricy Ramalho trabalhou. O técnico mais uma vez deixou a cidade em que o time está concentrado (Nagoya) e foi ao Toyota Stadium assistir ao duelo entre Kashiwa Reysol e Monterrey, o qual definiu o campeão japonês como adversário.

Acompanhado do assistente Tata, do observador Cláudio Grillo e do gerente de futebol Nei Pandolfo, ele não suportou ficar até o final da partida, assim como fez na estreia, durante a vitória do time japonês diante do neozelandês Auckland, quando abandonou o estádio no início da segunda etapa. Neste domingo, ele resistiu um pouco mais e permaneceu sentado nos 90 minutos iniciais, mas levantou-se e saiu na primeira etapa da prorrogação, quando o placar apontava 1 a 1.

Mesmo sem ver a disputa de pênaltis, vencida pelos japoneses por 4 a 3, a comissão técnica santista coletou conteúdo considerável a respeito de seu oponente na semifinal. Com uma câmera de mão, Grillo filmou os principais lances do confronto e fez diversas anotações individuais. Enquanto isso, Muricy e Tata apontavam para o campo e conversavam sobre deficiências e qualidades tanto do Kashiwa quanto da equipe mexicana, representante da Concacaf.

O meia Paulo Henrique Ganso e o zagueiro e capitão Edu Dracena também marcaram presença, porém em outro setor da arquibancada, e foram assediados por torcedores japoneses, mexicanos e brasileiros. Requisitado para tirar fotografias e conceder autógrafos nos intervalos, o camisa 10 chegou a aparecer no telão do estádio ao ser focalizado pela transmissão oficial do jogo.

Santos e Kashiwa se enfrentarão às 19h30 (8h30, no horário de Brasília) de quarta-feira, no mesmo palco, em Toyota. Quem vencer avança à decisão para encarar ou o espanhol Barcelona ou o Al-Sadd, do Catar, os quais duelarão no dia seguinte, em Yokohama.

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