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Muricy minimiza derrota no Recife e mantém otimismo

Treinador do Palmeiras afirma que o resultado negativo diante do Náutico em Pernambuco era previsível

Agencia Estado

12 de outubro de 2009 | 20h37

O Palmeiras perdeu por 3 a 0 para o Náutico nesta segunda-feira, nos Aflitos, mas a manutenção dos cinco pontos de folga na liderança do Brasileiro amenizou a derrota no Recife. O técnico Muricy Ramalho até ensaiou um discurso otimista após o jogo, apostando no retorno de peças-chave da equipe. "Tenho certeza de que, com a volta de jogadores importantes, o Palmeiras vai dar uma arrancada para o título", garantiu o treinador.

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Com uma formação quase reserva, Muricy sabia que o tropeço contra o Náutico era previsível. "O time estava desentrosado, eles fizeram o que tinham de fazer", disse. Ele negou ainda uma dependência excessiva da equipe em relação a sua principal estrela, o meia Diego Souza, que serve a seleção brasileira. "Não é só o Diego Souza, o que mais complica não é a parte individual. É o coletivo, tive de mexer no esquema tático."

O técnico palmeirense, conhecido por seu mau humor após as derrotas, segurou a irritação no Recife. "Primeiro vou tentar responder com educação para vocês e, depois, falar sobre a derrota", brincou no início da entrevista coletiva.

Mas Muricy até teria motivos para perder a calma. Fazia mais de três anos que um time treinado por ele não perdia por mais de dois gols no Brasileiro. A última derrota elástica sofrida pelo técnico na competição havia sido em julho de 2006, quando treinava o São Paulo e levou 4 a 0 do Santos. Naquele ano, porém, se redimiu com a conquista do título.

SUSPENSOS E REFORÇOS

Após ter oito desfalques nos Aflitos, o Palmeiras ainda perdeu o lateral-direito Figueroa e o zagueiro Marcão para o próximo compromisso. Os dois levaram o terceiro amarelo e não pegam o Flamengo, domingo, no Palestra Itália. Em compensação, o time terá o retorno de cinco titulares: Edmílson, Armero, Diego Souza, Obina e Vágner Love.

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