Muricy minimiza pressão, exalta atuação do Flamengo e elogia Guerrero

O Flamengo voltou a marcar na última quarta-feira após quatro jogos em branco, mas não segurou a vantagem e cedeu o empate por 1 a 1 no clássico com o Vasco, em Brasília. Foi a quinta partida consecutiva sem vitória da equipe, que teve seu CT invadido no início da semana por torcedores insatisfeitos. Apesar do momento, o técnico Muricy Ramalho minimizou a pressão e preferiu elogiar a evolução rubro-negra diante do rival.

Estadão Conteúdo

31 de março de 2016 | 09h10

"O time jogou bem, essa pressão que vocês falam não existe. Quando os jogadores eram garotos, tinha pressão, mas hoje não tem nada. O time voltou a jogar bem, e o clássico foi melhor do que o outro (contra o Fluminense). Os dois tomes brigaram, tiveram oportunidades de gols. Foi um jogo intenso, e a nossa bola custou a entrar", declarou.

Além da atuação da equipe, Muricy fez questão de exaltar o atacante Paolo Guerrero. Apesar de ter perdido algumas oportunidades, o jogador foi bastante celebrado pelo técnico e pelos companheiros por sua determinação, uma vez que havia atuado durante 90 minutos pela seleção peruana no dia anterior, pelas Eliminatórias, e também pediu para jogar durante todo o confronto com o Vasco.

"O jogador se propôs a isso, ninguém pediu. Ele teve contratempo nos aeroportos, fez todo esse sacrifício e não dava para chegar e dizer que ia para o banco. Tivemos a humildade e perguntamos se ele queria ficar no banco, jogar meio tempo. Mas pelo comprometimento, jogou o jogo todo. Agradecemos pelo profissional que ele está sendo. Perguntamos se estava pronto para jogar e ele disse que sim. No intervalo, disse que voltaria de novo. O nome ajuda, ele é guerreiro mesmo", comentou Muricy.

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