Muricy Ramalho: 'Lindembergue, pô, se toca né, meu!'

Técnico são-paulino já está farto sobre o seqüestro em Santo André e dá recado para o seqüestrador

Redação, estadao.com.br

17 de outubro de 2008 | 13h54

O seqüestro de Eloá, de 15 anos, que já dura mais de 90 horas, ganha espaço nos assuntos relacionados ao São Paulo Futebol Clube, uma vez que o seqüestrador, Lindembergue Alves, de 22 anos, é torcedor do clube tricolor, chegando a colocar uma camisa numa das janelas do apartamento onde mantém sua ex-namorada como refém.Veja também: Documento deve garantir integridade física de Lindembergue Polícia vai usar irmão de vítima para negociar fim de seqüestro  Vote: Quem ganha o clássico deste domingo? Resultados e classificação do Brasileirão Dê seu palpite no Bolão Vip do Limão Dagoberto treina e deve participar do jogo com Palmeiras Presidente do São Paulo reclama da escalação de Salvio Spínola PM não prevê segurança especial para o vestiário do São Paulo Sandro Silva e Jean são os estreantes do clássico de domingoPara o técnico da equipe, Muricy Ramalho, o assunto já deu o que tinha que dar. Ao ser perguntado se mediaria a rendição do seqüestrador, o técnico são-paulino proferiu seu pensamento. "Eu não sei se ele está me ouvindo lá, mesmo porque ele não está fazendo nada. Tá na hora de definir isso aí. Ele não pede nada, e tem de liberar as meninas para amenizar sua pena. Ele errou e São Paulo está parado por causa disso", comentou Muricy, que mandou um recado: "Lindembergue, pô, se toca né, meu!" Na quinta-feira, o superintendente do clube, Marco Aurélio Cunha - eleito vereador pela cidade de São Paulo -, foi ao local do seqüestro para tentar mediar uma possível rendição de Lindembergue, mas foi impedido pela polícia.  

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