Sirli Freitas/Chapecoense
Sirli Freitas/Chapecoense

Na bronca com o VAR, presidente da Chapecoense vai pedir anulação da partida

Plinio David de Nes Filho reclama de pênalti marcado pelo árbitro Igor Junior Benevenuto de Oliveira

Redação, Estadao Conteudo

11 de junho de 2019 | 13h42

O presidente da Chapecoense, Plinio David de Nes Filho, o Maninho, saiu de campo revoltado com a derrota por 3 a 1 para o Goiás, na última segunda-feira, no estádio Serra Dourada, em Goiânia, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista após o jogo, ele esbravejou contra o árbitro mineiro Igor Junior Benevenuto de Oliveira e revelou que vai pedir a anulação da partida. A principal reclamação foi o pênalti marcado aos 32 minutos do primeiro tempo, em um suposto toque de Márcio Araújo em Léo Sena.

"Uma arbitragem despreparada prejudicou a Chapecoense no pênalti que não existiu e depois ele deveria consultar o VAR no cartão vermelho, assim como foi com o Nikão, em São Paulo, quando anulou a expulsão. Vai ver que ele entrou na bola e pegou o jogador depois. Viria que merecia o cartão amarelo", reclamou.

O cartão vermelho citado pelo presidente saiu aos 19 minutos do segundo tempo, em uma falta dura de Bruno Pacheco em cima de Michael. O lateral-esquerdo perdeu o tempo da bola e acertou a canela do adversário, que ficou no chão rolando de dor. O árbitro de vídeo (VAR) analisou o lance, mas concordou com a marcação de Igor Junior Benevenuto de Oliveira.

"Desta maneira, a gente não pode fazer um futebol sério. O futebol está comprometido pela falta de competência. Estamos solicitando o cancelamento da partida pelos erros que ocorreram aqui no jogo de hoje (segunda-feira). Alguém tem que começar a tomar atitude. Falo do despreparo do árbitro e de quem opera o VAR", completou o presidente da Chapecoense.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.