Khaled Desouki/AFP
Khaled Desouki/AFP

Na Copa da África, Costa do Marfim luta por vaga na decisão

Equipe de estrelas como Bony e Gervinho desafia histórico de fracassos diante da zebra República Democrática do Congo

O Estado de S. Paulo

04 de fevereiro de 2015 | 07h00

Depois de anos com o estigma de equipe favorita que sempre decepciona, a Costa do Marfim tem nesta quarta-feira mais uma chance para afastar essa má fama. A seleção liderada pelo atacante Bony enfrenta a supresa República Democrática do Congo na abertura das semifinais da Copa Africana das Nações, em Bata, na Guiné Equatorial.

O atacante recém-contratado pelo Manchester City tem o papel de cumprir uma missão que nem mesmo o maior jogador da história do país conseguiu. Já aposentado da seleção, Didier Drogba jamais ganhou a competição continental e o máximo que conseguiu foi ser vice-campeão em 2012, quando o time passou a competição inteira sem tomar gols e deixou o título escapar nos nos pênaltis para a surpreendente Zâmbia.

Costa do Marfim sempre chegou aos campeonatos com craques no elenco, mas nunca foi longe. Presente nos últimos três Mundiais, jamais passou da primeira fase. Porém, nesta edição do torneio continental, a equipe do técnico francês Hervé Renard chega confiante pela ótima partida nas quartas de final, quando aplicou 3 a 1 na Argélia, seleção africana de melhor campanha na última Copa e de posição mais alta no ranking da Fifa


"Temos uma nova geração. Esses jogadores jovens têm trabalhado duro na preparação e mostraram que são capazes de atuar. Temos um ótimo equilíbrio no elenco entre os que são talentos e os que correm para ajudar o time", disse Renard.

Como candidata a zebra, está a República Democrática do Congo, do goleiro Kidiaba. A equipe chegou às semifinais depois de três empates na primeira fase e de uma convincente vitória por 4 a 2 de virada sobre Congo, em clássico de bastante rivalidade disputado no último sábado. A seleção já faz a melhor campanha das últimas nove edições e chega para a partida desta quarta com menos responsabilidade do que o adversário.

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