EFE
EFE

Na mira do United, Neymar receberá oferta de renovação do Barça

Clube inglês estaria disposto a pagar multa de R$ 768 milhões

Estadão Conteúdo

25 de agosto de 2015 | 12h37

O interesse do Manchester United em contratar Neymar parece ter levado o Barcelona a agir para assegurar a permanência do atacante. Nesta terça-feira, o presidente do clube espanhol, Josep Bartomeu, declarou que sua diretoria pretende oferecer a renovação do contrato ao jogador brasileiro em breve, esticando seu vínculo na cidade espanhola.

O dirigente rejeitou qualquer possibilidade de negociar Neymar, garantindo que aposta no jogador pelos próximos anos. "Nos próximos meses, falaremos sobre uma renovação de seu contrato com o Barcelona. Tem de ficar, não só por três anos, mas por cinco ou dez anos mais", afirmou Bartomeu em entrevista à Catalunya Radio.

Neymar, de 23 anos, chegou ao Barcelona em 2013 e tem contrato com o clube espanhol até 2018. Mas a informação da imprensa britânica é de que o Manchester United estaria disposto a até mesmo pagar a cláusula de rescisão, estipulada em 190 milhões de euros (aproximadamente R$ 768 milhões) para contratar o atacante brasileiro. Se isso acontece, o Barcelona lucraria 100 milhões de euros com o brasileiro, uma vez que pagou a quantia total de quase 90 milhões de euros na transação. O Santos ficou com 17,1 milhões de euros, e poderia ganhar agora outros R$ 30 milhões na condição de clube formador.

Após um primeiro ano discreto, Neymar brilhou na última temporada pelo Barcelona, tendo marcado 39 gols. Assim, o brasileiro acabou sendo figura fundamental para as conquistas dos títulos da Liga dos Campeões da Europa, do Campeonato Espanhol e da Copa do Rei. Neymar ainda não atuou pelo Barcelona neste início da temporada 2014/2015 do futebol europeu, pois contraiu caxumba. Recuperado, o atacante já voltou aos treinos e agora espera uma definição sobre a sua presença no duelo com o Málaga, sábado, no Camp Nou, pela segunda rodada do Campeonato Espanhol.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.