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Na Penha, o memorial Julinho Botelho

Será inaugurado neste sábado, na Penha, o memorial Julinho Botelho. Serão expostos objetos pessoais do craque, fotos e chuteiras, dentre outros materiais que contam a história do maior ponta-direita do mundo depois de Garrincha. A iniciativa partiu dos filhos de Julinho, em parceria com Mário Cortez, promotor cultural. Julinho faleceu no dia 11 de janeiro de 2003, aos 73 anos, vítima de problemas cardíacos. O ex-ponta nasceu na Penha, dia 29 de julho de 1929 e até hoje é reconhecido e homenageado pelos moradores do bairro. Inclusive, um projeto está em andamento na Prefeitura para mudar o nome da Rua Alvinópolis, próxima ao metrô, para Avenida Júlio Botelho. Sua carreira começou no início dos anos 50, no Juventus. Transferiu-se para a Lusa, onde atuou até 55, até ser contratado pela Fiorentina. Na seleção brasileira, Julinho viveu bons momentos. Na Copa de 54, na Suíça, fez gol antológico diante do México. Atuou pelo Palmeiras de 1958 a 1967, quando fez parte da primeira Academia da equipe do Palestra Itália, conquistando inúmeros títulos. Em 59, em amistoso contra a Inglaterra, entrou no Maracanã como titular, na vaga de Garrincha e recebeu enorme vaia. Realizou belo jogo, fez gol e, ao ser substituído, deixou o campo muito aplaudido.

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