Rafael Ribeiro/Vasco.com.br
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Na quarentena, Leandro Castan pede paciência e relembra retorno ao futebol no Vasco

Zagueiro comenta com tem passado o período sem jogos e pede calma para que as coisas melhores

Redçaão, O Estado de S.Paulo

25 de março de 2020 | 12h55

Os jogadores do Vasco não estão parados por conta da pandemia do novo coronavírus, que paralisou todos os campeonatos pelo Brasil por tempo indeterminado. Mesmo em quarentena para se resguardar e ajudar no combate ao covid-19, os atletas receberam uma cartilha para treinarem em casa. O zagueiro e capitão Leandro Castan explicou como tem passado por esse período e pede paciência para que as coisas melhorem e voltem ao normal.

"Momento é difícil. Acredito que o futebol vai ser retomado. Acho que agora é momento de pensar na saúde e de se cuidar. Temos que ter paciência. Nós temos que continuar trabalhando, pois nosso corpo é nosso instrumento de trabalho e é hora de ter muita paciência e sabedoria. Eu já passei por um momento muito difícil na minha carreira, que não sabia se ia voltar a jogar futebol, então acho que tenho um pouquinho de experiência sobre isso. É perseverar e continuar com muita fé que tudo vai voltar ao normal", disse Leandro Castan, em entrevista à TV oficial do Vasco.

O contato com os companheiros de Vasco está mantido. Se a resenha não é mais presencial, como acontece durante a rotina normal dos jogadores, o papo fica facilitado pela tecnologia de acordo com o zagueiro. "Temos conversado mais por mensagem. Chamada de vídeo acho que falei só com o Fellipe Bastos até agora. Nós treinamos juntos e quase todo dia nos falamos por mensagem de vídeo. No nosso grupo do Vasco temos conversado quase que diariamente, principalmente sobre essa situação, nos atualizando. Estamos muito preocupados, então temos nos falado quase todo dia por mensagem, vídeo e tentando manter esse relacionamento estreito", revelou.

Leandro Castan jogou muito tempo na Roma, da Itália. O país é hoje o epicentro do novo coronavírus e isso deixa o vascaíno muito chateado e preocupado. "Tenho muitos amigos na Itália sim, principalmente em Roma, que é uma região que não foi muito afetada, mas estão todos na quarentena. É uma preocupação total. A gente fica triste por esse momento em que eles estão vivendo, principalmente no norte da Itália, onde muitas pessoas morreram. O que eu posso passar é uma palavra de fé, de esperança e que vai dar tudo certo e que as coisas vão melhorar", completou.

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