Ivan Storti/Santos FC
Ivan Storti/Santos FC

Na 'seca' de seus atacantes, Santos tenta resgatar DNA ofensivo do clube

Jogadores que comandam ataque santista não estão na melhor fase técnica e conviveram com problemas físicos

Estadao Conteudo

03 de setembro de 2017 | 08h50

Levir Culpi está preocupado com a ineficiência do ataque do Santos, que marcou apenas um gol nos últimos quatro jogos pelo Campeonato Brasileiro. Nos treinamentos, o técnico intensificou as atividades de finalizações, principalmente de fora da área. Também trabalhou as ultrapassagens dos laterais e pontas na linha de fundo para cruzamentos e insistiu nas conclusões de bolas paradas. Tudo para que a equipe, caracterizada pelo DNA ofensivo, melhore a sua produção no ataque.

Cada atacante vive um jejum específico. O colombiano Jonathan Copete, por exemplo, não marca desde a vitória sobre o São Paulo no dia 9 de julho, no estádio da Vila Belmiro, em Santos, pelo Brasileirão. Ricardo Oliveira e Nilmar estão longe da melhor forma física e técnica, e Kayke não tem aproveitado as chances no time titular.

O fato, no entanto, não incomoda Renato. "A preocupação seria maior se não estivéssemos criando chances. Estamos criando. Esta má fase é momentânea. Nos próximos jogos, os atacantes vão voltar a fazer", crê o volante.

Por causa dos poucos gols, o Santos soma quatro empates consecutivos e está na terceira colocação do Brasileirão. Com isso, perdeu a oportunidade de se aproximar dos líderes Corinthians e Grêmio e permitiu a chegada do Palmeiras. Por outro lado, ostenta uma invencibilidade de 14 partidas, a maior da competição neste momento.

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