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Na Série C, Guarani sofre com salários atrasados e teme nova crise

Após goleada por 5 a 1, equipe de Campinas fica próxima à zona de rebaixamento da Série C

Agência Estado

28 de maio de 2014 | 21h05

CAMPINAS - Se dentro de campo a vida do Guarani está complicada, fora dele está pior ainda. Derrotado pelo Guaratinguetá por 5 a 1 na última segunda-feira, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro da Série C, o clube campineiro tem encontrado problemas para arcar com os salários do elenco e de funcionários. 

Desde o começo do ano, a diretoria busca parceiros para colaborar com o pagamento da folha salarial de todos os funcionários do clube, mas isso ainda não aconteceu. Os vencimentos de fevereiro foram pagos apenas nesta semana, ou seja, com dois meses de atraso.

Entretanto, a situação financeira não deixa os dirigentes desesperados. Reeleito recentemente para mais três anos de mandato, o presidente Álvaro Negrão não desmente e nem confirma o problema financeiro, mas afirma que o assunto já foi tratado internamente com os jogadores. 

A falta de recursos ronda o Guarani desde 2000 e já atrapalhou o clube nesta temporada. Há quem conecte a queda brusca de desempenho na Série A2 do Campeonato Paulista com o atraso salarial, que inclusive resultou na troca de "elogios" entre o presidente e o zagueiro Gustavo Bastos.

Agora na Série C, beirando a zona do rebaixamento do Grupo B com cinco pontos conquistados em 15 disputados, o receio é que o atraso no pagamento afete a campanha do Guarani dentro do gramado. O próximo compromisso do clube campineiro será na próxima segunda contra o Duque de Caxias, no estádio Los Larios, no Rio. A partida será a última antes do recesso para a Copa do Mundo.

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