Thiago Toledo / Ponte Press
Thiago Toledo / Ponte Press

Na zona de rebaixamento, Ponte Preta liga sinal de alerta no Brasileirão

Equipe de Campinas entrou no grupo dos ameaçados pela primeira vez

Estadão Conteúdo

25 de setembro de 2017 | 17h25

Demorou, mas chegou. Depois de "namorar" a zona de rebaixamento por muitas rodadas, a Ponte Preta entrou no grupo da degola pela primeira vez após perder para a Chapecoense por 1 a 0, domingo, pela 25.ª rodada do Campeonato Brasileiro. A missão agora é unir forças diretoria, comissão técnica, jogadores e torcida para manter o clube dentro da elite nacional para 2018.

Com 28 pontos, o time campineiro ocupa a 18.ª posição. O sinal vermelho está, enfim ligado e o clima agora passa a ficar pesado. Os portões de entrada do estádio Moisés Lucarelli na manhã desta segunda-feira estavam pichados com os seguintes dizeres: "Se cair, prepare-se para apanhar". Ainda restam 13 jogos, sete deles marcados para Campinas e seis fora.

A meta é atingir os 47 pontos para evitar a queda à Série B. Faltam, portanto, mais 21 pontos dos 39 pontos que o time vai disputar. Para o técnico Eduardo Baptista, que estreou na última rodada no lugar de Gilson Kleina, o segredo para sair desta situação "é muito trabalho". Além disso, ele aposta principalmente nos sete jogos que vão ser disputados em casa, a começar contra o Flamengo, na próxima segunda-feira à noite, pela 26.ª rodada.

Como a delegação voltou de Chapecó somente no final da tarde, os trabalhos começam nesta terça-feira. O volante Fernando Bob está suspenso com três cartões amarelos, mas o também volante Elton cumpriu suspensão e pode voltar porque estava atuando como titular.

A expectativa maior é pela volta de três jogadores considerados peças-chave: o goleiro Aranha, o atacante Emerson Sheik e o meia Renato Cajá. Os dois primeiros já estão de fora há dez dias e devem ser liberados pelos médicos. Aranha vinha de um desgaste físico por atuar por 71 jogos seguidos. Com relação a Sheik, ele tem sido utilizado de forma compensatória para suportar o ritmo de jogos sem sofrer uma lesão muscular grave.

Renato Cajá tinha atuado meio tempo na vitória sobre o Sport, por 1 a 0, quarta-feira passada pela Copa Sul-Americana. Mas acusou dores na panturrilha esquerda e foi preservado do último jogo. Ele também deve ter condições de jogo.

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