Nada tira força do time de Heliópolis

A pintura da quadra está desgastada, a rede tem seus furos, a bola não é das mais novas, o campo ainda não existe e as chuteiras... Bem, as chuteiras significariam muito luxo para esse grupo ? qualquer tênis serve. Mas quem pensa que a equipe não treina e não tem grandes ambições engana-se. São 23 meninas, pobres economicamente, mas ?milionárias? em força de vontade, fé e educação. É o time feminino de Heliópolis, maior favela de São Paulo e segunda maior da América Latina, com população fixa de quase 100 mil habitantes. Leia mais no Estadão

Agencia Estado,

04 Agosto 2002 | 10h17

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