Rubens Chiri / São Paulo
Rubens Chiri / São Paulo

'Não é um jogo que vamos para passear', diz técnico do São Paulo

Aguirre volta a dizer o quanto valoriza a Copa Sul-Americana e que sua equipe não tem apenas 11 titulares

Renan Cacioli, O Estado de S. Paulo

14 Agosto 2018 | 17h17

O técnico Diego Aguirre voltou a prometer o São Paulo tão dedicado à Copa Sul-Americana, na qual vive situação difícil para passar de fase, quanto no Campeonato Brasileiro, que lidera. Esta é a razão para ele ainda depositar suas fichas no torneio continental e levar quase todos os titulares, exceção a Diego Souza, para a Argentina, onde o time encara o Colón, nesta quinta-feira, às 21h45 (de Brasília), pelo duelo de volta da segunda fase.

A derrota por 1 a 0 no primeiro jogo, realizado no Morumbi, obriga os brasileiros a, no mínimo, devolverem o placar lá em Santa Fé para levar a definição da vaga às oitavas de final para os pênaltis. Qualquer outra vitória por um gol de diferença, desde que com dois ou mais gols marcados (2 a 1, 3 a 2, etc.), classifica o clube tricolor. Ao Colón, um empate é o suficiente.

"O jogo é dificil, fora de casa. Jogar na Argentina é sempre complicado. Vamos viajar até lá para nos classificar. Dou muito valor à Sul-Americana, não é um jogo que vamos lá para passear. Entendo o bom momento no Campeonato Brasileiro, mas temos que tentar passar dessa fase", afirmou Aguirre, em coletiva concedida na tarde desta terça-feira, no CT da Barra Funda.

"Em respeito ao time, vamos viajar todos. O único que não está relacionado é o Diego Souza. Não significa que não possa haver alguma mudança, mas vamos com um time muito forte para tentar a classificação", concluiu o uruguaio.

No primeiro confronto, o comandante poupou três peças que eram então titulares: Sidão, Arboleda e Liziero. Para este segundo confronto, ele não revelou sequer quem será o goleiro titular, Sidão ou Jean: "Prefiro ainda não falar porque os jogadores não têm certeza de quem vai jogar e quero que eles sejam os primeiros a receber a informação".

Questionado se, com o time embalado, ficava mais fácil promover mudanças pontuais na equipe, Aguirre despistou: "Não temos 11 titulares. O ideal é não fazer tantas mudanças. Um time que está bem e com poucas mudanças não sente tanto. Temos de aproveitar todo o elenco e transmitir confiança", concluiu.

 

 

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