Tercio David/estadão.com.br
Tercio David/estadão.com.br

Não há uma cartilha no Palmeiras, explica Felipão

Jogadores poderão dar entrevistas, desde que um tempo após o final das partidas e não no gramado

TERCIO DAVID - estadão.com.br, TERCIO DAVID - estadão.com.br

30 de julho de 2010 | 17h32

SÃO PAULO - O técnico Luiz Felipe Scolari refutou o rótulo de "cartilha" para impresso entregue aos jogadores do Palmeiras contendo uma série de "normas de boa conduta" que foram adotadas a partir da chegada do treinador. Segundo ele, o documento trata-se apenas uma modernização no departamento de futebol.

Veja também:

link Felipão minimiza importância do clássico contra o Corinthians

link Danilo tem pena revertida e poderá encarar o Corinthians

link Adílson: ‘Peço desculpas pela derrota na Libertadores 2000’

"O que foi passado apenas foi uma orientação para algumas condutas para os jogadores. Coisa de bom senso, como não usar chinelos no refeitórios, por exemplo. Ontem [quinta-feira] soltei a lista da 'caixinha' e todo mundo já falou em repressão. Não é bem assim", explicou o treinador.

"O que está sendo feito é apenas uma orientação para que a coisa seja mais organizada, parecida com o que há na Europa, com jogadores falando apenas após o jogo, na zona mista. Este é um país que irá receber uma Copa do Mundo, então é preciso que o esquema seja mais profissional", continuou Felipão.

"O atleta sai de cabeça quente do campo e vem um monte de repórteres perguntando um monte de coisa. Algumas vezes o jogador responde algo que pode prejudicar. Muitas vezes uma declaração mal dada no intervalo influencia sim o desempenho do time no segundo tempo, ou mesmo no jogo seguinte", completou o treinador.

Negociações. Felipão evitou comentar sobre os jogadores que devem se apresentar em breve no Palmeiras. Irritado, o técnico reclamou de ser "sempre o último a saber". "Esta bagunça tem de acabar. Vocês 'sabem' antes do que eu por que alguns de vocês [jornalistas] têm amizade com um ou outro dirigente que deixa escapar um nome numa conversa. Isto tem de acabar e eu terei de saber antes de vocês, que serão informados por mim sobre eventuais contratações.

Sobre a possível vinda de Ronaldinho Gaúcho, Scolari foi evasivo. "É claro que gostaria de trabalhar com ele. É um grande jogador."

Tudo o que sabemos sobre:
PalmeirasLuiz Felipe Scolarifutebol

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.