Ricardo Saibun/Divulgação
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'Não vejo pressão alguma', diz goleiro santista após empate

Apesar dos atritos entre o técnico e a diretoria santista, jogadores afirmam que o ambiente é bom

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

22 de maio de 2014 | 21h41

SÃO PAULO - O goleiro Aranha afirmou que os atritos entre o técnico Oswaldo de Oliveira e a diretoria do Santos não afetam os jogadores. Depois do empate por 2 a 2 contra o Goiás, as críticas devem continuar, pois o time santista esteve à frente do placar duas vezes, mas cedeu o empate e não fez uma grande partida na noite desta quinta-feira. "Não vejo pressão alguma. Fizemos boa campanha no Campeonato Paulista, não começamos com vitórias no Brasileiro, mas temos nos apresentado muito bem. A gente que é profissional e está há tanto tempo na primeira divisão, sabe como são as coisas", diz o goleiro.

O lateral Cicinho afirmou que o empate só aconteceu por causa dos erros do próprio Santos. "A gente estava controlando bem o jogo, mas infelizmente tivemos um descuito e tomamos o gol. Fomos bem melhor no jogo, merecíamos vencer", diz o autor do cruzamento para o primeiro gol do Santos.

Além das críticas dos dirigentes, os números da equipe santista no Campeonato Brasileiro também contribuem para o princípio de crise. O Santos está em 13º lugar e só conseguiu uma vitória até agora. "Temos de vencer o Flamengo em casa", decretou o lateral Cicinho.

 

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