Nelsinho ainda não sabe quem escalar

Com o julgamento de Wendel, nesta quarta-feira, e os de Giovanni, Luizão e Saulo, na sexta, Nelsinho Baptista ainda não sabe como irá escalar o time para o clássico de sábado contra o São Paulo, no Morumbi. Sabe apenas que não terá os zagueiros Luís Alberto e Ávalos, além do volante Zé Elias, todos contundidos. Mas poderá contar, por outro lado, com a volta de Fabinho, Bóvio e Flávio, que cumpriram suspensão automática. Nelsinho quer aproveitar a folga do meio de semana para intensificar os treinamentos, ao mesmo tempo em que procura trabalhar os jogadores para que a tensão provocada pela invasão da Vila Belmiro, na semana passada, e a atitude de alguns atletas abale o grupo. As suspensões e as contusões impedem que o treinador escale o time com a mesma base em partidas seguidas e, a exemplo do ex-técnico Gallo, lamentou que isso esteja acontecendo. Outro problema que está sentindo é o pouco tempo de controle da bola durante as partidas e vai concentrar todo o esforço, nesta semana, para resolver o problema. ?A preparação física, técnica e tática é um conjunto, pois uma depende da outra?, disse Nelsinho, que diagnosticou o principal ponto falho de sua equipe. ?O time tem corrido muito atrás da bola, tem pouco tempo de posse e isso provoca desgaste. Faz a questão física aparecer mais?. O técnico entende que esse problema ocorre em todos os setores e não só no meio-de-campo. Libertadores - O departamento de estatística do Santos passou ao treinador que o time precisa de seis vitórias, nas dez partidas que restam, para ficar entre os quatro primeiros colocados no Brasileiro e conseguir a vaga para a Libertadores. ?Poderia haver a necessidade de conseguirmos até 21 pontos, mas como existe um grande número de confrontos diretos entre os sete primeiros, cai para 18?. Segundo Nelsinho, ?o clássico faz parte dos dez jogos e será muito bom que a gente comece essa série de vitórias já contra o São Paulo?.

Agencia Estado,

18 de outubro de 2005 | 19h57

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