Nenê diz que jogo com Santos será como 'final de Copa do Mundo' para o Vasco

Na 18.ª colocação do Campeonato Brasileiro, o Vasco precisa de uma vitória diante do Santos no domingo, em casa, para chegar à última rodada com chances de se manter na Série A para o ano que vem. Depois de uma bela reação no segundo turno, o time carioca chega ao momento que definirá seu destino na próxima temporada. Por isso, para o atacante Nenê, o confronto deste fim de semana terá a importância de uma "final de Copa do Mundo".

Estadão Conteúdo

26 de novembro de 2015 | 19h49

"Essa rodada irá definir se teremos chance até o último jogo. Nós estamos pensando positivamente. Temos fé de que as coisas vão, no final de tudo, dar certo. Está todo mundo se doando ao máximo em cada treino, em cada jogo. Iremos encarar esses dois jogos como uma final de Copa do Mundo, assim como fizemos nos últimos", declarou nesta quinta-feira.

Se do lado vascaíno o confronto é fundamental, para o Santos a realidade é outra. A equipe até briga pra estar no G4 do Brasileirão, mas terá na quarta-feira que vem sua partida mais importante na temporada, a segunda da decisão da Copa do Brasil diante do Palmeiras. Por isso, entrará em campo contra o Vasco com uma escalação alternativa, para poupar seus principais jogadores.

"O Santos tem um elenco muito grande e forte. A vantagem que podemos ter é o fato dos reservas não terem o nome de peso e não estarem com o mesmo ritmo de jogo dos titulares. Por outro lado, os jogadores buscarão mostrar serviço para o Dorival (Júnior). De qualquer maneira, será um jogo complicado. Cabe a nós fazermos o nosso trabalho e executarmos o que vem sendo treinado pelo Jorginho", comentou.

Nenê é o grande destaque do Vasco neste Brasileirão e o principal responsável pelo fato de a equipe chegar à penúltima rodada ainda com esperança de se manter na elite. Mas ele prefere dividir os méritos com seus colegas. "Em relação a minha importância, não creio que a equipe seja dependente de mim. O grupo me passa uma confiança muito grande e confia bastante no meu trabalho. Eu tenho respeito de todo mundo, dos meus companheiros, da comissão técnica e da torcida. Isso me dá bastante força para fazer o que venho fazendo, mas não sou mais do que ninguém."

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