Ney Franco rebate críticas e exalta vice-liderança

O técnico Ney Franco aproveitou a vitória por 4 a 2 sobre o São Caetano, obtida na noite da última quarta-feira, no Estádio Anacleto Campanella, para rebater as críticas que vem sofrendo por mudar constantemente a escalação e o esquema do São Paulo. O treinador admitiu que o time sofreu por ter cometido vacilos durante o confronto, mas comemorou o sucesso das mudanças promovidas durante o duelo e exaltou o fato de o time ter alcançado a vice-liderança do Campeonato Paulista.

AE, Agência Estado

21 de fevereiro de 2013 | 10h37

"A equipe caiu de rendimento, pois achamos que o jogo estava sob controle. Mas no intervalo fizemos os ajustes e voltamos consistentes. Antes mesmo das alterações a nossa equipe já se mostrou mais segura em campo e conseguiu construir o placar", analisou o comandante.

Durante o duelo no ABC paulista, Ney Franco trocou Cortez por Carleto, Maicon por Wellington e Paulo Henrique Ganso por Aloísio, este último o autor do último gol diante do São Caetano. E ele nega que esteja promovendo experiências ao mudar com certa frequência o esquema e as peças do time, que nesta quarta foi escalado no 4-4-2 e teve Paulo Henrique Ganso e Maicon como novidades entre os titulares do meio-campo.

"Ganhamos o jogo e somos vice-líderes. Não tem experiência. Vocês (jornalistas) estão presos à equipe que entra, mas você precisa ter opções", disse o treinador, em entrevista coletiva, na qual também enfatizou: "Temos boas opções no banco de reservas, jogadores que estão nos nossos planos e mantêm o mesmo nível do time. Ganhamos e somos vice-líderes. Só não somos líderes do Paulista porque temos um jogo a menos".

Com 16 pontos, o São Paulo está dois atrás da líder Ponte Preta, que disputou um jogo a mais que a equipe do Morumbi. No sábado, os são-paulinos enfrentarão o Linense, que também tem 16 pontos, em casa, com a chance de assumir a liderança provisória do Paulistão.

Na partida diante do rival de Lins, Luis Fabiano espera poder ser decisivo novamente para o time, depois de ter marcado dois gols diante do São Caetano. No duelo, ele encerrou um jejum que durava desde 30 de janeiro, quando marcou uma vez na derrota por 4 a 3 para o Bolívar, em La Paz, pela fase preliminar da Copa Libertadores.

"Sou muito tranquilo naquilo que eu faço. Não existe jogador que faz gol em todo jogo. Tive oportunidade em outras partidas, mas a bola não estava entrando", disse o jogador, minimizando a importância do jejum.

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