REUTERS/Arnd Wiegmann
REUTERS/Arnd Wiegmann

Neymar elogia golaço de Wendell Lira: 'Foi meio Karate Kid'

Desconhecido brasileiro ganha o prêmio de gol mais bonito de 2015

Estadão Conteúdo

11 de janeiro de 2016 | 17h53

Neymar é o grande jogador brasileiro na atualidade, mas nesta segunda-feira ele foi mais um a reverenciar o golaço de Wendell Lira. O desconhecido jogador marcou pelo Goianésia, em março, o gol que foi eleito o mais bonito do mundo em 2015 e recebeu o Prêmio Puskas da Fifa, na festa de gala da entidade em Zurique.

A obra-prima recebeu os elogios de Neymar, que precisou se contentar com a terceira colocação na disputa pela Bola de Ouro, atrás de Messi e Cristiano Ronaldo. "Foi meio ''Karate Kid''. Não sei da onde ele tirou a manobra, mas foi um golaço, merecido", declarou o craque do Barcelona ao SporTV.

Ao receber o prêmio, Wendell Lira agradeceu pela oportunidade de conhecer tantos ídolos, com os quais jogava no vídeo game. E outro destes astros que viraram tiete do até então desconhecido goiano foi o lateral Marcelo.

Também presente na festa e eleito o lateral-esquerdo do time ideal da Fifa em 2015, o brasileiro do Real Madrid seguiu a linha de Neymar ao exaltar o gol de Wendell Lira. "Não sei como ele fez, foi de capoeira. Pior que a gente estava brincando lá atrás, foi meio que caratê mesmo", comentou.

Lisonjeado e emocionado, o ex-jogador do Goianésia, agora negociado para o Vila Nova, era só sorrisos. Se no palco, ao receber o Prêmio Puskas, ele mostrou toda sua humildade ao agradecer à família e a Deus, após a festa repetiu as palavras e se mostrou incrédulo, principalmente por ter batido Messi, derrotado por ele na eleição.

"A emoção é muito grande, nunca sonhei e nem passou pela minha cabeça receber um prêmio desse, participar de uma festa como essa e sair vitorioso, batendo o Messi. E isso eu dedico a todo mundo, aos brasileiros que votaram em mim e minha família. É a realização de um sonho, é minha vitória e dos brasileiros que estão em casa. Se eu venci, foi porque eles fizeram essa realidade", afirmou.

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