Bruno Domingo/Mowa Press 
Bruno Domingo/Mowa Press 

Neymar espera compensar gols perdidos na China

Craque da seleção deixa de marcar dois gols diante da Argentina e corre atrás do prejuízo contra o Japão, em Cingapura

O Estado de S. Paulo

14 de outubro de 2014 | 00h15

Após admitir que ficou devendo diante da Argentina, Neymar tem a chance de contra o Japão, compensar os dois gols perdidos na partida em Pequim. No Superclássico das Américas, o craque sobrou duas vezes frente a frente com o goleiro e falhou em ambas. No primeiro tempo, conseguiu tirar Romero da jogada, mas errou na finalização, e na etapa final exagerou na força e chutou por cima.

Além de a defesa japonesa ser mais fraca do que a argentina, o craque costuma se dar bem quando enfrenta os asiáticos. Em dois jogos, o atacante do Barcelona fez três gols.

No primeiro confronto, em 2012, Neymar marcou duas vezes, de pênalti e após cobrança de escanteio de Oscar. No ano passado, na Copa das Confederações, o atacante fez um dos gols mais bonitos da carreira.

Logo aos três minutos, Fred escorou a bola com o peito e Neymar chutou de primeira, de fora da área, no ângulo. Foi o gol mais rápido do Brasil em estreias de um torneio da Fifa. Graças a esse lance, o craque foi um dos finalistas do Prêmio Puskas, dado pela Fifa ao gol mais bonito da temporada.

 

Mesmo com o desgaste de ter disputado a partida contra a Argentina menos de 72 horas antes do jogo de hoje e de o confronto com o Japão não valer taça como o Superclássico das Américas, Neymar garante que o empenho dos atletas será o mesmo. "

Motivação tem de ter sempre, independentemente do campo e do adversário. A gente está defendendo a seleção brasileira, é o sonho de cada um estar aqui. A gente tira isso e leva para o coração e o sentimento de estar aqui na seleção."

Para Neymar, inclusive, o triunfo sobre a Argentina renovou a confiança do grupo. "Felizmente o Brasil acabou surpreendendo a todos. Nós estávamos muito confiantes, preparados, sabíamos o que tínhamos de fazer e fizemos o melhor que a gente pode."

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