José Patrício/AE
José Patrício/AE

Neymar sai de campo machucado, mas joga no sábado

Atacante sofreu um pequeno trauma no pé esquerdo e não é problema para o Santos na sequência do Paulistão

Sanches Filho, Agencia Estado

25 de março de 2009 | 22h57

SANTOS - O xodó da torcida santista, Neymar, saiu de campo andando com dificuldade, aos 24 minutos do segundo tempo, na vitória por 3 a 0 sobre o Santo André, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro. Havia suspeita de fratura em um dedo do pé esquerdo. Mas depois de examinar o jogador, o médico Carlos Braga tranquilizou a comissão técnica, garantindo que houve apenas um pequeno trauma.

Veja também:

linkSantos bate o Santo André e mantém chances no Paulistão

tabela Campeonato Paulista - Tabela e resultados

especial Dê seu palpite no Bolão Vip do Limão 

"Neymar sofreu um pisão e um dos dedos do pé esquerdo está muito inchado, mas não chega a ser problema para o jogo de sábado (contra o Barueri, fora de casa)", disse Braga, esclarecendo que a sua substituição por Pará também foi devido ao cansaço.

Depois do jogo, o técnico Vágner Mancini disse que o Santos vai pedir a dispensa de Neymar da seleção brasileira sub-17, que disputará o Campeonato Sul-Americano no Chile. "O importante era ganhar o jogo de hoje (quarta-feira). Agora vamos traçar uma estratégia para tentar, com todo o respeito à CBF, a desconvocação de Neymar. Repito que a sub-17 é pouco para Neymar, pelo estágio que ele já atingiu. Mas se eu fosse o técnico da sub-17 também o convocaria", admitiu.

NOITE DE MADSON

A expectativa dos mais de 10 mil torcedores que compareceram à Vila Belmiro na noite desta quarta-feira era de assistir a uma grande exibição de Neymar. O sucessor de Robinho fez um gol e outra vez mostrou ser diferenciado em alguns momentos. Mas a noite foi do baixinho Madson. Além de marcar o primeiro gol, ele deu o passe preciso para Neymar fazer o seu.

"Mancini me pediu e procurei ser mais objetivo", admitiu o meia. "O que aconteceu antes ficou para trás. O que importa é que entrei, tive a felicidade de acertar a finalização no primeiro gol e de fazer a boa jogada para Neymar marcar o terceiro. Essa é a minha característica: lutar o jogo todo e ir para cima da defesa adversária", completou.

Para Mancini, Madson foi outro jogador nesta quarta. "Ele sobrou em campo. Madson vinha jogando de uma forma que não agradava. Hoje ele e o Neymar foram fatores de desequilíbrio. Esse é o Madson para quem todos batem palmas no fim do jogo", analisou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.