Vítor Marques/Divulgação
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No caminho do Mineirão, placas da Fifa estão destruídas e muros pichados

Marcas da manifestação que reuniu 70 mil pessoas ainda estão nos arredores do estádio

VÍTOR MARQUES - Enviado Especial, O Estado de S. Paulo

25 de junho de 2013 | 14h10

BELO HORIZONTE - Na véspera do jogo entre Brasil e Uruguai, pela semifinal da Copa das Confederações, a principal avenida que liga o centro da cidade ao Mineirão, na Região Norte, a Avenida Antônio Carlos, ainda guarda sinais de destruição do protesto de sábado. 

Praticamente todos os cartazes da Fifa presos nos postes da avenida foram rasgados. Muros foram pichados com frases contra a Copa e exigindo melhores condições de transporte. Lojas ainda continuam com vidros quebrados.

Ainda é um sinal do confronto que aconteceu no último sábado, durante a partida entre México e Japão, entre um pequeno grupo de manifestantes, Polícia Militar e Força de Segurança Nacional.

A manifestação, que havia reunido 70 mil pessoas e tinha começado de maneira pacífica, terminou em confusão próximo do estádio.

O policiamento está reforçado. Já nesta terça-feira, véspera do jogo do Brasil, a Avenida Antônio Carlos está repleta de policiais. Amanhã haverá reforço policial porque são esperadas 100 mil pessoas numa manifestação no centro da cidade e que deve marchar rumo ao Mineirão.

A Polícia já disse que vai manter a estratégia, junto com a Força Nacional, de criar um cordão de isolamento numa raio de 2 km no Mineirão para impedir que manifestantes cheguem ao estádio.

Por precaução, o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, decretou feriado municipal nesta quarta-feira. No Estado todo, haverá ponto facultativo.

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