Lucas Uebel/Divulgação
Lucas Uebel/Divulgação

No Chile, Grêmio tenta se garantir sem sustos nas oitavas da Libertadores

Time joga pelo empate contra o Huachipato, mas sabe que está devendo uma boa atuação para espantar a possível crise

O Estado de S. Paulo

18 de abril de 2013 | 08h08

SANTIAGO - O Grêmio decidirá sua sorte na Libertadores diante do Huachipato, em Talcahuano, no Chile, nesta quinta-feira às 22h. O time gaúcho precisa de um empate para se classificar para as oitavas de final, mas isso não é suficiente para tranquilizar sua torcida, já que o time faz uma campanha muito irregular - em cinco jogos, somou apenas sete pontos.

No primeiro turno, a equipe perdeu para o mesmo adversário por 2 a 1 em casa - foi o primeiro revés do time atuando em seu novo estádio, a Arena Grêmio.

Se for eliminado logo na primeira fase - algo que só ocorreu nas participações gremistas nas edições de 1982 e 1990 da Libertadores -, poderá entrar em crise.

Os jogadores admitem que estão devendo boas atuações. O time foi reforçado no início do ano com a chegada do goleiro Dida, do zagueiro Cris, do lateral André Santos, do atacante Vargas e ainda do goleador Barcos - que chegou com status de estrela e começou bem, mas nos últimos jogos irritou a torcida.

Vanderlei Luxemburgo, que desde o empate por 0 a 0 com o Novo Hamburgo, no domingo, pelo Campeonato Gaúcho, tem seu trabalho questionado, não contará com Cris, suspenso, e com o meia Elano, machucado.

Os candidatos com mais chances de ficar com as vagas são Bressan na defesa e Adriano no meio de campo. É provável que o treinador escale três volantes - Fernando, Souza e Adriano - para reforçar a marcação e deixar Zé Roberto livre para se movimentar e abastecer Vargas e Barcos, sobretudo em jogadas de contra-ataque.

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