No Grêmio, tristeza e desânimo

O desânimo domina o Grêmio. Os jogadores e o técnico Adílson Batista assumem que será difícil demais escapar da Segunda Divisão do Brasileiro em 2004. Principalmente depois da derrota deste sábado para o São Paulo, no Morumbi. ?O quadro de rebaixamento está ficando cada vez mais claro para nós. É uma pena. Nós dominamos o São Paulo, mas não conseguimos marcar os gols. Meus jogadores chegaram várias vezes na cara do Rogério Ceni, mas não tiveram tranqüilidade para marcar. É o reflexo da ameaça do rebaixamento. Tudo está muito ruim?, admitia Adílson. ?Toda a partida do Grêmio é a mesma coisa. Conseguimos dominar, mas parece incrível, perdemos gols feitos. Não merecíamos perder para o São Paulo de jeito nenhum. Mas está lá no placar: 3 a 1 para eles. É o que conta?, dizia, irritadíssimo. O zagueiro panamenho Baloy estava envergonhado ao ter de explicar o segundo gol que definiu a partida. ?Fui recuar para o Danrlei e o jogador do São Paulo (Fábio Simplício) roubou a bola e cruzou para o outro (Kléber) marcar. Fui mal demais?, admitia. Adílson Batista jurava que não vai pedir demissão. ?Vou trabalhar, trabalhar e fazer de tudo para salvar o Grêmio nestes jogos que faltam. Não vou sair?, prometia.

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